Pele na pele,
corpo a corpo,
o ranger das almas,
o cerrar dos dentes,
o suar das palmas.
Roupas ao chão,
o ofegar do pulmões,
dedos e mãos,
gritos e puxões,
toques sem comichões.
Dedos de doces,
doces dedos,
prazeres ao ápice,
o gosto do doce líquido,
lado a lado olham as estrelas.
Tudo de novo,
tudo novo,
novos toques e prazeres,
todos gemidos e rangeres,
o barulho da alma,
o prazer do corpo,
o clamor,
o calor,
por toda a noite
vivendo o ardor.

Menina Azul “Vivendo o ardor” (via BlueGirl)

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